Análise · tetra e penta
Do tetra ao penta: dois desenhos, duas seleções
Em oito anos, o Brasil ganhou duas Copas com ideias quase opostas sobre como ocupar o campo.
Em 1994, Carlos Alberto Parreira montou um 4-4-2 com Mauro Silva e Dunga à frente da zaga e deixou Romário e Bebeto livres na frente. A final contra a Itália, em Pasadena, terminou 0 a 0, e o título veio nos pênaltis.
Em 2002, Luiz Felipe Scolari usou três zagueiros e soltou Cafu e Roberto Carlos pelas alas. Ronaldo, Rivaldo e Ronaldinho decidiram, e a final terminou 2 a 0 sobre a Alemanha.
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